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Nenhum passo daremos atrás! (Parte 02)

Quando o presidente de uma recém-criada associação se manifestou, falando a verdade, eles fizeram isso:
Conseg abre processo disciplinar contra coronel Ivon Berto
Militar denunciou cúpula e ingerência política em matéria veiculada na Gazeta de Alagoas
Consta no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (16) portaria do Conselho Estadual de Segurança Pública Pública (Conseg) para instauração de processo disciplinar contra o coronel Ivon Berto, chefe do Estado Maior Geral da Polícia Militar de Alagoas. O oficial denunciou suposta ingerência política na indicação de comandantes de batalhão.
Segundo trecho publicado no DOE, o objetivo é apurar eventual afronta aos pilares básicos da corporação da Polícia Militar de Alagoas, hierarquia e disciplina. O coronel teria, segundo avaliação do colegiado, promovido a notícia de divulgação não autorizada de assuntos relacionados à corporação policial militar. Ivon teria feito críticas à instituição e a autoridade civis.
Cita a portaria e justifica a instauração de processo quando ‘considera que a notícia foi veiculada em meios de comunicação de grande propagação e que o oficial superior da ativa concedeu entrevistas e tratou de assuntos ligados à Corporação Militar, fardado e sem autorização’.
No início deste mês, o coronel Ivon Berto denunciou a cúpula da Polícia Militar de Alagoas e o vereador por Maceió, Silvânio Barbosa (PSB), que, de acordo com ele, estaria usando o cargo para promover mudanças no comando do 5º Batalhão de Polícia Militar (BPM), que cobre a região do Benedito Bentes, tendo o pedido acatado pela PM.
Em entrevista à Gazetaweb, o coronel Ivon Berto afirmou que não tem dúvida de que a abertura de processo deve-se às suas declarações à Gazeta de Alagoas e que não vê, nesse fato, transgressão militar. ‘Entendo ser um ato legítimo, mas acredito que todo cidadão tem direito a defesa. Não vejo irregularidade. Apenas informei à imprensa alguns fatos’, disse o chefe do Estado Maior.
O coronel disse que vai aguardar a manifestação do relator para se defender. ‘Apenas falei do Plano Brasil Mais Seguro, que corre o risco de não dar certo, e sobre ingerência política no 5º BPM. Mostrarei que o que falei é pura realidade. Estou tranquilo. Não posso me calar’, disse.”
Contudo, se esqueceram que, segundo o entendimento do atual Auditor Militar, “presidente de associação não é punido por manifestar o seu pensamento quando do desempenho das atribuições classistas”. Vejam:

Continua...

Nenhum passo daremos atrás! (Parte 01)

Quando os presidentes das Associações Militares se manifestam em prol do realinhamento, eles fizeram isso:
SOLUÇÃO DE INQUÉRITO POLICIAL MILITAR
PORTARIA Nº 032 - IPM - CG/Correg., de 11 de maio de 2011.
ENCARREGADO: Ten Cel QOC PM, mat. n° 79.547, Thúlio Roberto Emery dos Santos.
ESCRIVÃO: Cap QOC PM, mat. n° 793.434, Mário Henrique de Oliveira Assuncão.
INVESTIGADO: Maj QOC PM, mat. n° 73.919, Wellington Rodrigues Fragoso e outros.
OFENDIDA: Administração Pública Militar Estadual.
MOTIVO: Apurar autoria e materialidade de crime militar atribuído ao indiciado.
Em razão do que restou apurado, este Comando RESOLVE:
1. Discordar do Relatório do Encarregado do IPM, o qual concluiu pela inexistência de indícios de crime militar com relação ao investigado, Maj QOA PM, mat. nº 73.919, Wellington Rodrigues Fragoso, porém restou evidente, nos autos, que o Oficial em referência estimulou os manifestantes na medida em que, publicamente, propôs aos policiais militares presentes, as opções de “aquartelar” ou “desaquartelar”, ou seja, havendo o “aquartelamento”, os policiais militares iriam para as respectivas Unidades, no entanto não trabalhariam, ao passo que o “desaquartelamento” ninguém iria para o quartel, subsumindo tal conduta ao tipo penal previsto no artigo 155, do Código Penal Militar (Incitar à desobediência, à indisciplina ou à prática de crime militar);
2. Destacar que os policiais militares, Cel QOC PM Ref., João Matias Barros, Cap QOC PM, mat. nº 81.774, Marcelo Ronaldson Nascimento Costa Júnior, 1º Sgt PM, mat. nº 79.408, Carlos Henrique Teobaldo de Almeida, 1º Sgt PM, mat. nº 81.848, José Heleno da Silva Santos, Cb PM, mat. nº 73.831, José Cezário de Oliveira, Cb PM, mat. nº 78.009, Wagner Simas Filho, e Cb PM, mat. nº 77.467, José Soares Cordeiro, também, em tese, praticaram a conduta prevista no art. 155, do Código Penal Militar (Incitar à desobediência, à indisciplina ou à prática de crime militar), pois, conforme se observa nos autos (Disco nº 01), os policiais militares acima incentivaram, em público, o “aquartelamento” ou o “desaquartelamento” dos companheiros de farda;
3. Indiciar o Sd PM Reformado, mat. nº 42.065, José Élcio Martins Sarmento, pois se observam, nos autos, que o policial militar proferiu palavras ofensivas a seus superiores hierárquicos (Governador do Estado de Alagoas e outras autoridades, consoante se vê no Disco nº 01), conduta correspondente ao tipo penal incriminador do art. 166, do Código Penal Militar (Publicar o militar ou assemelhado, sem licença, ato ou documento oficial, ou criticar publicamente ato de seu superior ou assunto atinente à disciplina militar, ou a qualquer resolução do Governo);
4. Determinar à Corregedoria que remeta os autos do IPM ao Núcleo de Inquéritos Policiais da Capital, reservando cópias para acervo e controle do órgão;
5. Publicar esta Solução em BGO.”
Contudo, se esqueceram que, segundo a Constituição Federal, é livre a manifestação do pensamento sendo vedado o seu anonimato! E mesmo sob os princípios norteadores das instituições militares (hierarquia e disciplina), nenhum uniforme tem o condão de calar o cidadão que o veste! Pois ele não o torna num ser abúlico, anímico e autômato!
Continua...

Revoltante

Depois de termos denunciado, em 13 de setembro de 2011 (clique aqui), que os alunos (“precários”) do CFP estavam sem aula e que por conta disso, como forma de ocupação, estavam tendo de passar o dia capinando, eis que a PMAL inovou e como forma de “estágio” nas ruas, colocou os policiais para recolher o lixo das arquibancadas do Estádio Rei Pelé.
O fato, lamentável por sinal, aconteceu ontem, domingo (13), após a vitória do CRB contra o Baraúnas. E apesar da polêmica que gerou, ainda veio um de Tenente Cardoso, da Assessoria de Comunicação da Polícia Militar dizer o seguinte: “Nós separamos 17 policiais militares que ainda são alunos do Curso de Formação para realizarem a coleta do lixo”.
Para esse tenente, dotado da inteligência de um babuíno, com todo respeito à espécie desses animais, “não foi exatamente uma faxina” o que os PMs estavam fazendo. “Eles ‘apenas’ recolheram o lixo”, complementou.
Diante do exposto, “obrigado”, coronéis Dário César, Luciano Silva e Dimas Cavalcante, vocês, canalhas, estão jogando na lama a instituição Polícia Militar do Estado de Alagoas. Em breve, seus vermes, vocês serão removidos dos cargos que ocupam como o lixo que são.
Alguém tem dúvida sobre a necessidade de eleger um Deputado Estadual para nos representar?

“Farra” no 9º BPM

Atendendo à solicitação de outro leitor, divulgamos o seguinte e-mail:
“Gostaria que vocês divulgassem esse relato sobre os ‘Irmãos Guerra’, Marcos e Marno, velhos conhecidos por arrumarem tudo  o que os oficiais corruptos querem.
Os dois estão respondendo sindicância por ‘retirarem’ (depenar) veículos detidos no 9º Batalhão, mas por azar em uma dessas roubadas, o plantão da 2ª Cia, colocou no livro que os dois teriam retirado peças de um automóvel.
Por conseqüência, o dono do veículo ao regularizar as pendências e retirar o mesmo do pátio da companhia, claramente deu por falta das peças e assessórios do seu veículo e de imediato denunciou o ocorrido para o MP, que determinou a abertura de uma sindicância, e agora os dois irmãos estão ameaçando o cidadão para que o mesmo retire a denúncia.
Porém, como a impunidade é fato mais que corriqueiro por estas bandas, talvez seja por isso que o Cb Marcos Guerra, prevalecendo-se de sua função no BPM, anda pra cima e pra baixo com uma VTR reserva, levando e buscando todos os dias seu filho e outras crianças na VTR que era para estar a serviço da sociedade em nome do Estado.
Ainda sobre esse fato, o de referido cabo desfilar pelas ruas da cidade com crianças, essa semana, como de costume, ele deixou as VTRs nas mãos de mecânicos, que desfilaram com as mesmas pela cidade, bem como entregou uma VTR para um menor de idade, que tranquilamente guiou a viatura pelo Centro de Delmiro com o rotativo ligado e tudo mais (parecia até que estava em ocorrência), fato que o TC Joás Fontes, Cmte da unidade, tomou conhecimento e nada o fez.
Provavelmente ou estava com medo ou com peninha do cabo ‘enrascado’.”
Mais uma razão para defendermos a tese:
Precisamos eleger um Deputado Estadual para representar os nossos interesses*!
*No presente caso, cobrar providências para que, em sendo confirmada essa denúncia, o culpado seja punido.

Antônio Marcos X Dimas Cavalcante

Senhores, para conhecimento de todos, solicito que publiquem o seguinte:

Em seu Regulamento de Disciplina (aprovado pelo Decreto 37.042/96), a Polícia Militar estabelece no art. 5º que: “A hierarquia e a disciplina constituem a base institucional da Polícia Militar, devendo ser mantidas, permanentemente, pelos policiais militares na ativa e na inatividade.”

No referido artigo, em seu § 2º, é estabelecido que: “A disciplina policial militar é a rigorosa observância e o acatamento integral das leis, regulamentos, normas e disposições, traduzindo-se pelo perfeito cumprimento do dever por parte de todos e de cada um dos componentes do organismo policial militar.”

Logo em seguida, no § 3º, é estabelecido que: “São manifestações essenciais de disciplina:a) a correção de atitudes;b) a obediência pronta às ordens dos superiores hierárquicos;c) a colaboração espontânea à disciplina coletiva e à eficiência da instituição;d) a consciência das responsabilidades;e) a rigorosa observância das prescrições regulamentares; f) o respeito para com a ética policial militar.

Apesar disso, o Comando da Polícia Militar, dando continuidade à violação das garantias individuais à sua tropa, conforme assegura a legislação pátria, em explícita perseguição ao – ainda – Capitão Antônio Marcos (ex-Capitão Rocha Lima), teima em não lhe conceder o direito de adquirir uma arma para a sua defesa pessoal.

Segundo nos foi informado, o referido policial, que por sua própria natureza é visto e reconhecido como um dos poucos oficiais operacionais da ativa, encontra-se armado com uma pistola de água (que solta bolinhas de sabão), fazendo crer que “não está descoberto”!

Sabemos que Capitão Antônio Marcos vive se envolvendo em problemas, mas, independente disso, se ele está “apto” para o serviço policial militar, podendo usar e portar armas da corporação, tendo por pressuposto que os processos a que responde não lhe retiram a condição de adquirir uma arma de fogo, ou até mesmo de portar, resta acreditar que tudo isso tem por cunho apenas uma coisa: perseguição. Um absurdo!

Vejam, na íntegra, o documento encaminhado ao comando geral da PMAL requerendo esse direito.


A vida militar, como cediço, é uma estrada sinuosa com perigos e problemas desconhecidos, mas não devemos apenas esperar pela providência, sua segurança e seus cuidados, quando nós mesmos não fazemos a nossa parte. Repetindo: “a vida militar é uma estrada sinuosa com perigos e problemas desconhecidos...”

Eis mais uma razão para que nós sustentemos a seguinte tese:

Precisamos eleger um Deputado Estadual para representar os nossos interesses!

Valle “parcerias”

Dizem as más línguas, mas que na verdade são boas línguas, que o efetivo do 7º BPM está indignado com a ligação entre o prefeito da cidade de Santana do Ipanema, no longínquo interior de Alagoas, e o Comandante do 7° Batalhão, onde um fica favorecendo o outro com serviços... Aquelas velhas “parcerias”.
Dizem que o Major Valle organizou o trânsito da cidade e por conta disso isso recebe diárias para serem pagas aos policias do Batalhão, porém há muito mais nomes na lista de diárias que as que são realmente repassadas aos “peixes”, diga-se, pois nem todos recebem as diárias que são passadas.
Dizem que o Major Valle tem cargo na Prefeitura Municipal da cidade e que sua esposa também tem um cargo lá dentro, ou seja, os dois ganham salários que são decorrentes do cargo do major, o que caracteriza corrupção passiva. Queria eu ter mais informações sobre esse caso para poder informar com precisão os valores, mas basta os interessados verificarem o portal da transparência para confirmar esse fato.
Dizem, também, que esse mesmo major tem “convênio” com outras prefeituras, como, por exemplo, São José da Tapera, Major Isidoro, Pão de Açúcar, que lhe ajudam onde, de alguma forma, só ele é beneficiado...
É por essa razão, que mesmo contando com o efetivo de apenas 11 militares em São João da Tapera, 02 em Major Isidoro, 26 em Pão de Açúcar, o Major Valle faz até o impossível para, em contra partida por tudo o que recebe das referidas prefeituras, dar uma maior atenção nestas cidades.
Creio que não será preciso dizer que as cidades que não ajudam “no Valle” são deixadas de lado. E é justamente nelas que estão acontecendo os maiores atentados a estabelecimentos bancários.
É por essas e outras que defendemos a tese:
Precisamos eleger um Deputado Estadual para defender os nossos interesses!

Reforço na escala de “Lavador de Viatura”

Enquanto a sociedade padece com a falta de policiais nas ruas, eis que os nossos gestores da coisa pública dão a sua parcela de contribuição com a má distribuição do efetivo. Dito isto, pergunta-se: você, amigo leitor, sabe quantos militares do 1º BPM são necessários para lavar uma viatura? Resposta: um sargento e dois cabos!

 

Parece piada, mas essa é uma realidade que reflete bem o que está acontecendo em todas as Unidades da Polícia Militar. Ainda no que se refere à escala de serviço para lavador de viatura do 1º BPM, observe-se que a mesma é “devidamente” assinada pelo 1º Tenente Luiz Gonzaga, o P1 do 1º Batalhão.

Imaginem quantas guarnições poderiam ser formadas se a PM, ao invés de empregar o seu efetivo na lavagem de viatura, os utilizasse na área fim. Vê-se, com isso, um verdadeiro desvio de finalidade, um verdadeiro desperdício com a mão de obra, se assim pudermos colocar.

...E ainda dizem que a escala está apertada por “falta de efetivo”.

Levando-se em conta que na área do 1º BPM quase todas as noites apenas 2 ROCOMs (Rondas Ostensivas Comunitárias) saem para o serviço, as quais fazem a área da praia completa, com esse efetivo da escala de “lavadores” poderia ser feito mais uma guarnição.

Por fim, quero fazer uma singela observação sobre algo que está acontecendo em toda a Polícia Militar, pegando por amostragem apenas o pessoal do 1º BPM. É o seguinte: enquanto está na condição de soldados e cabos, a maioria dos praças ainda trabalham no serviço motorizado, mas depois que vão a sargento, bem dizer assim que recebem promoção, acontecem o contrário, pois rapidamente eles um jeito de ir para o PO do Centro ou entram em algum tipo de escala que o tirem do serviço motorizado, como essa escala sebosa de “lavador de viatura”.

É por essas e outras que a gente defende a tese:
Precisamos eleger um Deputado Estadual para representar os nossos interesses!

Do povo, pelo povo, para o bolso

Senhores, quando do lançamento do Plano Brasil Mais Seguro, no dia 27 de junho de 2012,ou seja, exatamente há mais um ano, o Ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, anunciou um investimento de R$ 90 milhões para a execução das ações.

Na ocasião, uma megaoperação, que contou com 400 policiais, foi deflagrada em Maceió, no Conjunto Virgem dos Pobres, e simultaneamente em Arapiraca, para marcar o início dos trabalhos.

Tal pirotecnia contou com a presença de policiais da polícia militar, civil e da Força Nacional, para cumprir 120 mandados de prisão. E tudo foi acompanhado de perto, em Maceió, pelo Secretário de Defesa Social Dário César e da Secretária Nacional de Segurança Regina Miki.

Sabe-se que além dos R$ 90 milhões do Governo Federal o Governo Estadual também fez investimentos (irrisórios, é verdade, mas fez), que somados ultrapassaram a casa dos R$ 100 milhões.

Em face do exposto, pergunta-se: “Diante da ausência de resultados, haja vista que os números de homicídios continuam supostamente estáveis, bem como diante da falta de estrutura logística, o que foi feito com toda essa cifra multimilionária?”

PROJETO ROCAM

Exmo. Sr. Secretário de Segurança Pública do Estado de Alagoas, Coronel Dário César, visando minimizar os índices de criminalidade que assolam nosso estado, elaborei este projeto que cria um Batalhão ou CIA independente de ROCAM, com o objetivo de proporcionar maior sensação de segurança e maiores resultados no combate ao crime.
Justificativa:
Atualmente, as grandes cidades convivem com um grande número de veículos trafegando nas principais vias de acesso aos pólos comerciais e de deslocamento aos bairros mais distantes dos centros, fato que resulta em constantes engarrafamentos, impossibilitando o atendimento imediato de ocorrências policiais por viaturas convencionais (veículos de quatro rodas), fazendo-se necessário a utilização de um veículo específico que possa trafegar em meio aos congestionamentos de forma mais rápida, resultando no atendimento imediato dessas ocorrências, pois a média do tempo resposta, varia de 1 a 3 minutos.
Custo benefício:
Observa-se que 10 (dez) viaturas policiais consomem cerca de 300 litros de combustível por serviço, logo: 10 Vtrs = 300 L.
Verifica-se que 1 (uma) motocicleta consome cerca de 4 litros de combustível por serviço, logo: 300 L = 75 Motocicletas.
Com os mesmos 300 litros de combustível colocam-se 75 (setenta e cinco) motocicletas realizando patrulhamento ostensivo em toda grande Maceió, diminuindo consideravelmente os índices de criminalidade. Outro grande benefício, é o custo com manutenção que não chegaria a 10% do custo com as viaturas convencionais.
A importância de uma unidade específica de ROCAM, é a padronização da execução do policiamento, a doutrina em relação a abordagens, a fácil disseminação das diretrizes, fato que culminou em um excelente resultado apresentado pelo grupamento da ROCAM/BPRp onde foi responsável pelo maior número de armas apreendidas pelo BPRp, por dois meses consecutivos no ano de 2012, levando em consideração que não trabalharam no período noturno.

Atualmente algumas coirmãs, instituíram grupamentos especializados em policiamento com motocicletas que vem obtendo excelentes resultados na redução de índices de criminalidade. A escola de todas é a ROCAM – PE, que possuem uma companhia independente, a CIPMOTO.
Paraíba: ROTAM
Amazonas: ROTAM
Ceará: RAIO
São Paulo: ROCAM
Sugestão da forma de execução:
Igualmente como é feito com as viaturas, locadoras forneceriam as motocicletas e a manutenção das mesmas, através de contrato com o Estado, de forma que minimizaria o tempo para reposição de peças e veículos.
Sendo 75 motocicletas, seriam formadas 25 guarnições com 3 motocicletas, onde 4 guarnições seriam distribuídas na área do 1º BPM, 4 na área do 4º BPM, 3 na área do BPE, 4 na área do 5º BPM, 3 no BPGD, 2 em Rio Largo, 2 em Pilar, 3 em Marechal Deodoro.
Atenciosamente,
Eduardo José da Silva – Cb PM/BPRp

A Criatura & O Criador

De acordo com a história, a partir do momento em que José de Alencar passou a ser Vice-presidente da República, ele ficou à vontade para delegar os negócios da família ao seu sucessor. Disso se deduz o seguinte: quando a criatura se torna maior que o criador, é preciso sabedoria para praticar o desapego.

Contudo, não foi bem dessa forma que agiu o Cabo Soares, Presidente da Associação de Cabos e Soldados (ACS), quando, ao invés de caminhar com as suas próprias pernas todas as vezes que participava das negociações com o governo, jogava o fardo para o seu antecessor e amigo, o Cabo Wagner Simas.

Resultado: O Cabo Simas continuou a sua trajetória, com a sua notoriedade midiática, enquanto que o Cabo Soares, permaneceu ofuscado.

Então, quando o Cabo Simas resolveu reaver o poder que havia transmitido ao Cabo Soares, eis que este, de forma vil, resolveu dar uma rasteira no “amigo” e “criador”, desligando-o do quadro de sócios, sob a alegação de que aquele não houvera feito a prestação de contas relativas aos exercícios 2008 e 2010. Porém, a “criatura” esqueceu um detalhe: é que ela, na condição de Secretário Geral, inclusive como Presidente-interino, compactuou com os erros do “criador”, inclusive até repetiu os mesmos erros nos dois primeiros anos da sua gestão...

Moral da história: “o sujo” quer botar moral pra cima do “mal-lavado”.

Vejamos o que fez a “criatura” contra o “criador”:

ACS/AL exclui o Cabo Wagner Simas do quadro de sócios após apuração de irregularidades

O presidente da Associação de Cabos e Soldados em Alagoas (ACS/AL), Cabo PM José Soares, após ter apurado diversas irregularidades administrativas praticadas pelo sócio e ex-presidente da entidade, Cabo Wagner Simas, quando este era presidente da associação no ano de 2008 a 2010, resolveu excluí-lo nesta segunda-feira (30) do quadro de sócios da ACS/AL.

A suspensão dos direitos sociais está dentro do que confere o Estatuto do Sócio e Regimento Geral, pois segundo o Cabo José Soares, “a gravidade da conduta, concurso de infrações e a bem da moralidade administrativa, gerou a suspensão de seis meses, com arrimo no art. 15, do mesmo diploma legal”, disse Soares.

O Cabo Wagner Simas compareceu na entidade, mas se negou a assinar o documento que o exclui do quadro de sócios.

Abaixo está o documento de exclusão feito pela assessoria jurídica da entidade:

GABINETE DO PRESIDENTE

PORTARIA Nº 05 – ASSESSORIA JURÍDICA DO PRESIDENTE/2013 – ACS

EXCLUSÃO DO QUADRO DE SÓCIOS DA ACSPMCBM/AL

O Presidente da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiro Militar de Alagoas – ACSPMCBM/AL, no uso das suas atribuições legais que lhe são conferidas pelo Estatuto do Sócio e Regimento Geral da ACS, RESOLVE:

Art. 1º – Face ao que restou decidido nos autos do processo administrativo de sindicância fls. 57 e 59, que apurou as irregularidades administrativas praticadas pelo sócio e ex-presidente da ACS, Wagner Simas Filho, de ausência de prestação de contas relativas aos exercícios 2008 e 2010, fraude administrativa e desvio de dinheiro pertencente à Associação de Cabos e Soldados, conduta ilícita que se moldam ao art. 12, nº 11 e 12, consoante art. 13, § 2º, nº 2, 6, 10,13, craseado com o § 3º, nº 2 e 3, do mesmo artigo. Sujeitando-se as penas cominadas, nos moldes do artigo 2º, desta portaria.

Art. 2º – Face ao concurso material de ilícitos administrativos incidiu sobre a conduta vergastada, cumulativamente, as correspondentes penalidades – nos termos do Estatuto do sócio:

2.1.  Pela violação administrativa praticada ao nº 11 e 12 do art. 12 -, pena correspondente de ADVERTÊNCIA.

2.2.   Pela violação administrativa praticada ao nº 2, 6, 10 13, § 2º do art. 13 -, pena correspondente de SUSPENSÃO DOS DIREITOS SOCIAIS. Em virtude da gravidade da conduta, concurso de infrações e a bem da moralidade administrativa, fixou-se a SUSPENSÃO DE SEIS MESES, com arrimo no art. 15, do mesmo diploma legal.

2.3.   Pela violação administrativa praticada ao nº 2 e 3, § 3º do art. 13 -, pena correspondente de ELIMINAÇÃO DO QUADRO DE SÓCIO.

Art. 3º – EXCLUIR DO QUADRO DE SÓCIOS DA ACSPMCBM/AL, Wagner Simas Filho, mat. 6983-3, classificado na condição de sócio efetivo.

Art. 4º Revoguem-se as disposições em sentido contrário.

Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data abaixo fixada.

Publique-se. Intime-se.

Maceió/ACS, 30 de setembro de 2013.
José Soares Cordeiro
Presidente da ACSPMCBM/AL
Diante do exposto, deixamos no ar a seguinte: pergunta: “De que forma o Cabo Soares (que no começo da sua gestão como Presidente da ACS morava nos fundos da Sub-sede da ACS em Arapiraca e recebia menos da metade do salário, devido aos empréstimos que possuía e devido às pensões alimentícias que paga) conseguiu comprar, avista, esse carro da foto?”
Cuidado, “criatura”. “Quem com ferro fere, com ferro será ferido!”

Guarnição da bef

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